A edição fac-símile comentada de A mulher é uma degenerada será vendida no valor de R$ 42,40 com retirada em São Paulo (com duas opções de lugares, Ipiranga e Casa do Povo, no Bom Retiro); ou com envio pelo correios para todo o país (impresso) no valor de R$ 54,00. Como agradecimento: os 60 primeiros receberão um cartaz feito especialmente para o projeto, na cor branca.

Detalhes do cartaz branco que virá junto com o livro

 

Antes de qualquer pagamento preencha o formulário de vendas e leia atentamente até o final, aceitando as condições. O livro estará pronto apenas em agosto de 2018 e poderei retirá-lo apenas nessa época no Ipiranga ou na Casa do Povo. Caso venha a adquiri-lo com correios, o envio será com data de postagem em meados de agosto. Acesse o formulário de vendas aqui e espalhe a notícia.

Pagamentos via:

1.Depósito Bancário

Banco do Brasil

ag: 0301-8

cc: 60178-0

Tenda de Livros (CNPJ. 13.514.010.0001/97)

 

2. Pagseguro

 

2.1 Retirada em São Paulo, capital : R$ 32,60



A Tenda de Livros vai lançar uma edição fac-símile comentada de A mulher é uma degenerada, da anarquista e pensadora brasileira Maria Lacerda de Moura (1887-1945), em agosto, com pré-venda de 15 de junho a 15 de julho. A publicação, cuja última edição foi em 1932 e primeira em 1924, ainda é extremamente atual em vários aspectos, em especial no que tange à crítica ao capitalismo e à sociedade burguesa; e à defesa da maternidade livre e do amor livre.
A mulher é uma degenerada possui 320 páginas, que incluem o livro original em fac-símile, textos inéditos de pessoas convidadas, estudo gráfico e intervenção artística. A organização e edição de Fernanda Grigolin, capa e projeto gráfico de Laura Daviña e comentários de pessoas que estudam e possuem uma relação com a obra de Maria Lacerda, como: a já citada Margareth Rago, professora titular da Unicamp, que possui publicações sobre Maria Lacerda e outras mulheres anarquistas tanto do Brasil quanto do exterior; a pesquisadora especializada na história das mulheres anarquistas na Primeira República e sua relação com o anarcossindicalismo Samanta Colhado Mendes; a anarcofeminista e pesquisadora do Núcleo de Estudos Libertários Carlo Aldegheri,Juliana Santos Alves de Vasconcelos; a historiadora e pesquisadora independente de sexualidade e anarcofeminista Carolina O. Ressurreição; e o educador, pesquisador sobre educação libertária e professor da UFSC Rodrigo Rosa. Além dos comentários, no livro está contida uma carta a Maria Lacerda de Moura escrita pela mulher do canto esquerdo do quadro, a narradora de uma pesquisa em arte que Fernanda Grigolin realiza. O conselho editorial é composto por Antonio Carlos Oliveira, Eloisa Torrão e Marina Mayumi, e a pesquisa de fontes primárias foi feita no Arquivo Edgard Leuenroth (AEL- IFCH/Unicamp), na Biblioteca Terra Livre, no Centro de Cultura Social e no Núcleo de Estudos Libertários Carlo Aldegheri.
Confira todos os detalhes aqui.